quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Projeto de pesquisa


A partir da aula do dia 17/07 nos começamos a fazer um projeto de pesquisa. E para que realizassemos esse projeto com um bom desempenho, o professor apresentou para sala alguns sites para pesquisarmos, sites de confiança e que pudéssemos usar sem preocupação de informação falsa.
Um dos sites apresentados foi o google academico, onde tem apenas trabalhos como artigos e monografias, outro site mostrado foi o scielo.com que é uma biblioteca eletronica onde encontramos periodicos brasileiros . Mostra os arquivos em pdf, que tem como vantagem que o artigo ficará completo na forma que é publicado. E foi mostrado também foi o plataforma lattes que tem o curriculo dos autores em determinado tema.
O motivo da apresentação desses sites foram os levantamentos bibliográficos que foram apresentados, que seria no caso, o inicio do nosso projeto de pesquisa.

Apresentação do levantamento bibliográfico

Nesta aula, o professor nos mostrou os levantamentos feitos por nós e por nossos colegas, e discutiu o levantamento bibliográfico de cada grupo. Apos ter feito isso, pediu para que nos escolhêssemos um dos textos para que fizéssemos uma ficha técnica e colocássemos no wiki e nos explicou como fazer essa ficha técnica  Tive que sair mais cedo dessa aula, por isso não acompanhei muito bem a discussão sobre essa ficha técnica.

Levantamento Bibliográfico


Após as discussões feitas em sala de aula sobre a aprendizagem da mulher, o professor pediu para que nós  formássemos grupos para fazer um levantamento bibliográfico sobre o assunto.
O meu grupo foi composto por: Isabella Macedo, Gabriel Mariano, Ana Paula e Valéria Chaves. Nós nos reunimos e fizemos o seguinte levantamento bibliogáfico:


Artigos publicados em periódicos eletrônicos

DAL’IGNA , Maria Cláudia: Desempenho escolar de meninos e meninas:há diferença?. Educação em Revista, Belo Horizonte, n. 46. p. 241-267. dez. 2007 <http://www.scielo.br/pdf/edur/n46/a10n46.pdf>. Acesso em:  24 julho 2012

CARVALHO, Marília Pinto: Mau aluno, boa aluna?Como os professores avaliam meninos e meninas. ESTUDOS FEMINISTAS, São Paulo, 2001.< http://www.scielo.br/pdf/ref/v9n2/8640.pdf> Acesso em:  24 julho 2012

SILVA,Veleida Anahi: Relação com o saber na aprendizagem
matemática: uma contribuição para a reflexão
didática sobre as práticas educativas. Revista Brasileira de Educação v. 13 n. 37 jan./abr. 2008, Sergipe. < http://www.scielo.br/pdf/rbedu/v13n37/13.pdf> Acesso em:  24 julho 2012

Dificuldades da mulher na aprendizagem de matemática


Nesta aula o professor nos mostrou através de uma pesquisa que as mulheres tem mais dificuldade na aprendizagem de matemática. Houveram bastantes discussões nessa aula sobre esse tema. Sobre o porque  dessa dificuldade. Particularmente, eu discordo com dessa afirmação, em minha vida sempre convivi com meninas que sentiam mais facilidade em aprender a matemática que os homens. Porem, ao fazer esse argumento, o professor me disse que eu estava "privando" o meu pensamento e que a pesquisa era algo generalizado, o que me fez rever o conceito sobre a aprendizagem da mulher na matemática.
Durante a discussão em sala de aula, surgiram bastantes argumentos para justificar essa dificuldade da mulher. Uma delas foi a historia da mulher, o que não compreendi muito bem como justificativa.
Enfim, esta aula encerrou-se com essa discussão. Que eu me lembre, ninguém conseguiu achar uma justificativa para isso.

domingo, 15 de julho de 2012

Mapas Concetuais

Como não estive na aula sobre este assunto, através de pesquisas na internet, cheguei a seguinte conclusão:
Mapas conceituais são diagramas que indicam relações entre conceitos, ou entre palavras que usamos para representar esses conceitos. Ele organiza e representa o conhecimento. Os conceitos aparecem dentro de caixas e as relações entre elas são especificadas por meio de frases de ligação, em forma de setas que juntam cada um dos conceitos.  Pode ser usado em diversas situações ou para diversas finalidades.
Exemplos:
Este mapa eu achei na internet, sobre uma banana.



Mapa conceitual, sobre mapa conceitual.

A tecnica de construção e a teoria a respeito dos mapas conceituais como recurso didático foram desenvolvida pelo pesquisador norte-americano Joseph Novak em 1972. Surgiu da necessidade de acompanhar o desenvolvimento cognitivo no procosso de aprendizagem do ensino fundamental e foi baseado na teoria da aprendizagem significativa de David Asubel.


quinta-feira, 5 de julho de 2012

2ª aula na biblioteca

Nesta aula, o professor pediu para que fossemos para a outra parte da biblioteca, e agora, em vez de fazer fichas de periódicos, fizéssemos fichas de livros, de metodologia de pesquisa.

METODOS DE PESQUISA
3ª edição

projeto de pesquisa
metodo qualitativo, quantitativo e misto
Jhon W. Creswell                Artmed editora


O livro permite aos leitores comparar três tipos de abordagem (qualitativa, quantitativa e mista) em um único texto. Examina essas metodologias lado a lado dentro do projeto de pesquisa desde os passos iniciais da suposições filosóficas até a escrita e apresentação da pesquisa.
Escrita em uma linguagem acessível e atrativa, este livro apresenta as ideias em um sstema gradual, para que o leitor entenda o processo passando do simples para o complexo. 


Capitulo 1: Seleção de um projeto de pesquisa

Os projetos de pesquisa são planos e os procedimentos para pesquisa que abrangem as decisões desde suposições amplas até metodos detalhados de coleta e de análise dos dados. A decisão geral envolve qual projeto deve ser utilizado para se estudar um tópico. A informação dessa decisão deve refletir as consepções que o pesquisador trás para o estudo, os procedimentos da investigação chamadas de estratégia e métodos específicos de coleta e análise e interpretação de dados.

Neste livro são apresnetados três tipos de projeto: qualitativo, quantitativo, e métodos mistos,

  • PESQUISA QUALITATIVA: é u meio para explorar e para entender o significado que os indivíduos ou grupos atribuem a um problema social ou humano.
  • PESQUISA QUANTITATIVA: é um meio para testar teorias objetivas examinando a relação entre variáveis , por sua vez, podem ser medidas tipicamente por instrumentos, para que os dados numéricos possam ser analizados por procedimentos estaveis.
  • A pesquisa me metodos mistas é uma abordagem da investigação qe combina ou associa as formas qualitativas e quantitativas. Envolve suposições filosóficas, o uso de abordagens qualitativas e quantitativas e a mistura das abordagens.

Aula na biblioteca: Sala dos periódicos

Nesta aula o professor nos levou à biblioteca para que pudéssemos pesquisar, conhecer e entender as organizações dela. Além disso, para que fizéssemos um resumo sobre um periódico escolhido. O professor, nos mostrou, e nos explicou tudo sobre um periódico, nos levou na sala de monografias, etc.

O periódico que escolhi estava na parte de Educação Matemática.

A mudança na prática de ensino do professor de matemática.
pg. 21 a 43        Paulo Isamo Hiratsuka

Nesse artigo mostra a mudança  da prática matemática como um fenômeno a ser investigado. Fala sobre os professores de matemática que mudaram a sua prática pedagógica. Foram entrevistados alguns professores, e foram analisados os discursos interpretados de maneira fenomenológica. A intenção foi apresentar categorias construídas  e que permite uma interpretação sobre o processo originalmente da mudança da prática de ensino da matemática.

Palavras- chave: Mudança. Ensino. Matemática.

Vídeo sobre Plágio


Este foi um vídeo apresentado pelo professor, em uma de suas aulas, falando sobre plágio. Ele fala o porque  de não plagiar e ás consequências que o plágio pode trazer, tudo isso em uma forma extrovertida.

Aula sobre citações

Nesta aula o professor nos disse como devemos fazer citações, e que é importante fazermos isso corretamente para não acabar fazendo plágio. Falamos das formas de citações segundo a ABNT, sendo elas a citação direta, citação indireta, e citação de citação. Esses tipos de citação são feitas da seguinte maneira:

  • CITAÇÃO DIRETA: é a transcrição ou a cópia, no corpo do seu trabalho, de um texto, um paragrafo, uma frase ou expressão, usando exatamente as palavras usadas pelo autor.
  • CITAÇÃO INDIRETAÉ a transcrição livre do texto, isto é, usamos nossas próprias palavras para expor a idéia do autor. Podemos, ainda, se o trecho for muito longo, interpretar a idéia do autor e fazermos uma síntese. Nesse tipo de citação, não se utiliza as aspas; mas o autor, a fonte e a data de publicação devem ser citados. Não é obrigatório colocar o número de páginas, mas se o fizer deve repetir em todas as outras citações:Como lembra Martins (1984), o futuro desenvolvimento da informação está cada dia mais dependente de um plano unificado de normalização.
  • CITAÇÃO DE CITAÇÃO é a citação direta ou indireta de um trecho de uma obra (do qual não se teve acesso direto), por meio de uma segunda fonte. É a chamada citação de segunda mão. Isso ocorre, quando o acesso a determinados livros, principalmente os antigos, se torna difícil; ou, então, no caso de obras publicadas em idioma fora do domínio do autor da pesquisa.



Aula sobre Fichas

Esta aula o professor abriu um debate de como fazer as fichas, e como armazena-la. Vendo os diferentes processos de estudo. E o porque aquilo pode servir ou não para nós.
Houve discussões de como fazemos nossas fichas para estudo e como as guardamos. Na sala foi falado que poderiam ser  guardadas em arquivos no computador. O que na minha opinião seria um meio viável de armazenamento. Porém, o professor levantou uma questão bastante importante, esses arquivos podem ser perdidos, e por isso devemos armazena-los de outras formas. Por exemplo, com folhas mais grossas que podem ter mais duração.  Nessa aula foi levantada a seguinte pergunta: "Porque armazenar as nossas fichas?" Uma pergunta bastante equivocada, pois ninguém guardava as fichas criadas, ou os estudos realizados através de resumos, etc. O professor nos disse que é importante para o final do curso, para criação da monografia etc. Essa aula foi, particularmente, muito proveitosa, pois me fez rever algumas maneiras de estudo, e me fez ver a organização dessas fichas criadas.

terça-feira, 26 de junho de 2012

8ª aula de MTP

Nessa aula o professor pediu para que falássemos para a turma sobre os textos informativos lidos, levando principalmente em conta os que ele entregou. Pediu para que falassemos se acreditavamos ou não na informação. Foram falados os diversos textos, a maioria das pessoas acreditaram no que leram. Porém eram todos mentirosos. Daí foi aberata a discussão, se pode ou não acreditar no que é lido na internet. E o que fazemos para saber se o texto é verdadeiro ou não.
Nessa aula foi falado que nada na internet é 100% confiável, clao que existem informações verdadeiras, porém,  precisamos de fontes seguras para saber se realmente são ou não verdade tudo que está exposto ali. Exemplo disso é o famoso Wikipédia que é usado por muitos para fazer pesquisas, e ele pode ser modificado por qualquer pessoa. As vezes é modificado para uma correção, e as vezes não. Foi citado até um exemplo de um dos nossos colegas que já alterou o texto no site. 
Outra coisa falada em sala foi que na internet a pessoa acha aquilo que é propicio ou não para a sua pesquisa, ou seja, acha o que é conveniente achar, nem sempre sendo verdade.
Então, o que pude absorver dessa aula, foi exatamente isso. Que na internet, não são todas as informações que são confiaveis, podem ter mentiras, verdades, meia verdade, etc. Por isso é necessário que quando obter uma certa informação da internet, que pesquisemos melhor para ter uma maior segurança em sua pesquisa.

domingo, 3 de junho de 2012

7ª aula de MTP

Nesta aula, o professor nos entregou textos científicos, para que lêssemos, comparando-os com os informativos da aula anterior. Apontando a diferença entre eles.
O texto que li foi: Cadernos de  educação ISSN 1676-3037, Feira de Santana, ano 4, n.5 jul.2001/jun.2002.
Uma das diferenças vistas entre os textos lidos na outra aula  e nessa são as informações mais detalhadas, mais conceituadas, são contextualizadas. Existem informações históricas antes de chegar na informação desejada. O texto é separado por tópicos. E em todos esses tópicos a introdução é a historia do que se vai falar. o Contexto histórico é levado em conta em todas as informações dadas. Esse texto há citações de outros textos a fim de explicar o que está sendo falado.
Foram essas as diferenças que percebi entre os textos lidos.

6ª aula de MTP

Nesta aula foram formados grupos, para discutir sobre os textos levados para a sala de aula. O professor nos entregou alguns e-mails informativos, para que também lêssemos. O meu grupo leu os seguintes textos:

  • Email sobre o feijão
  • Por que as mulheres vão ao banheiro acompanhadas?
  • Quem é avó mais nova do mundo?
  • Em alta- Carrocel
O primeiro texto citado foi o e-mail entregado pelo professor. Que falava, basicamente, em contrair a doença de chagas através do feijão, e que para evitar o feijão poderia ser substituído por grão de bico. O texto foi bastante convincente, embora tenha vindo de uma corrente, as informações me convenceram de que seria mesmo possível contrair a doença através do feijão. Entretanto,  me surgiram algumas dúvidas, pois a imagem mostrada era de tipo uma larva branca no feijão, quando a doença e causada por um besouro chamado barbeiro. Mas as informações do texto foram convincentes, não só para mim mas também para o grupo. 
O segundo texto citado foi extraído da revista mundo estranho, e diz que as mulheres vão ao banheiro acompanhadas porque  geralmente vão para consertar o cabelo, retocar a maquiagem, e quase sempre precisam de uma opinião, e que também algumas vezes elas vão para contar fofocas pois é um lugar privado a elas. Concordo plenamente com esse texto, pois além de ser mulher, outras mulheres do grupo também concordam com essa informação. O banheiro serve como refugio para contar alguma fofoca que não pode ser falada em publico, e é sempre bom ter uma amiga por perto para dar uma sugestão da maquiagem, da roupa. Então concordo plenamente com essa informação
O terceiro texto também foi extraído da revista mundo estranho, que fala da avó mais nova do mundo, que ela tem 23 anos, aos 11 anos d3e idade teve uma filha que por sua vez, aos 13 também teve um filho, o que fez de sua mãe a avó mais nova do mundo. Eu acredito nisso sim, pois há países em que as mulheres casam-se ainda crianças, e nos tempos de hoje, as crianças não se dão mais o respeito como antigamente.
O quarto texto lido foi extraído de um site, não sei informar qual, que fala do 'medo' das emissoras com a estreia da novela Carrocel no SBT. Que a audiência foi muito alta, e durante a exibição da novela os pontos nas outras emissoras abaixaram consideravelmente. Acredito nessa informação, pois inclusive nas redes sociais, quando a novela estreou, não foi falado de outra coisa. Então, por esses motivos, acredito nessa informação.

5ª aula de MTP

A aula começou com a seguinte pergunta: "Quais as particularidades das ciências humanas?". Ele leu algumas respostas sobre essa pergunta no qual abrimos um 'debate' sobre o assunto. Comparando as particularidades das ciências com as das especies chegamos a conclusão que assim como o comportamento dos animais são diferenciados, as ciências também têm as suas particularidades. Para exemplificar isso foi comparado durante a aula o homem com a formiga. Foi falado também que dentro do comportamento humano também podem ter variações, que mesmo dentro de uma mesma espécie, podemos encontrar diversos tipos de comportamento. Porem foi ressaltado que nenhum ser humano é completamente diferente do outro. Sempre haverá algum ponto em comum. Então foi falado sobre o que interfere nos comportamentos das pessoas, e foi citado a cultura, a religião, enfim, o  meio em que se vive. Como exemplo disso o professor ressaltou a adolescência, que é um fator comum na nossa cultura, porém não é universal, não é no mundo inteiro que a adolescência é considerada uma fase da vida, em alguns lugares há apenas a infância e a fase adulta. Retomando ao que modifica os comportamentos humanos podemos destacar a cultura como principal objeto das ciências humanas. E com isso foi feita a seguinte pergunta na sala de aula: "As diferentes culturas facilitam ou dificultam o trabalho do pesquisador?" Não me lembro bem quais foram as respostas obtidas na sala, porém, na minha opinião não existe facilitar ou dificultar o trabalho, e sim alimenta-lo.  Se existisse apenas uma cultura, o pesquisador estaria limitado a estudar apenas aquilo, porém com muitas culturas e com as constantes modificações delas o pesquisador tem sempre algo novo para pesquisar, para incrementar, comparar e analisar. 
Nessa aula também foi falado sobre a cultura animal, se existe ou não uma cultura para os animais. Para mim há sim uma cultura para os animais, pois levando em conta o que foi falado antes, que os ser humano modifica o seu comportamento de acordo ao meio em que vive e a sua cultura, um animal também se adapta a isso.
A aula foi encerrada com esses debates, e foi pedido pelo professor que levássemos na próxima aula textos informativos.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Metacognição: Um Apoio ao Processo de Aprendizagem

"Metacognição: Um apoio ao processo de aprendizagem", foi um texto passado pelo professor, para que lêssemos e entendêssemos o que o texto quer transmitir. O texto consiste em, basicamente, clarear o sentido metacognição.
O entendimento que tive pelo texto foi que a metacognição não é apenas as maneiras de aprender, mas também de identificar e reconhecer as dificuldades na compreensão de uma tarefa. O texto fala que saber avaliar suas dificuldades e/ou ausência de conhecimento, permite supera-las. Fala também a importância de saber o que não se sabe, com isso, evita a chamada ignorância secundária -não saber que não sabe.
Embora haja várias discussões sobre a importância da metacognição no processo de aprendizagem, ainda não há uma definição certa para palavra. O texto fala "uma breve incursão pela literatura leva-nos, de imediato, a refletir sobre dois aspectos: por um lado, a dificuldade em estabelecer a distinção entre o que é meta e o que é cognitivo e, por outro,  parece gerar alguma confusão  a utilização de um termo singular para um problema multifacetado."
O texto fala sobre vários aspectos da metacognição, mas em geral, o que pude entender por metacognição é que é o conhecimento pelo conhecimento. Você precisa conhecer o que se sabe para aprimorar seus conhecimentos. Que para aprender é preciso antes aprender o que fazer para essa aprendizagem acontecer. Não é necessário apenas fazer e saber, mas mas também conhecer o que é preciso fazer para aprender. Então concluindo o meu entendimento sobre o texto, é preciso aprender a aprender.

sábado, 19 de maio de 2012

Incomensurabilidade

Lendo algumas anotações sobre a ultima aula de MTP, vi esse termo no qual não tinha colocado uma definição em meu caderno. Como foi um termo usado pelo professor, no qual não me lembrava a finalidade, fiz uma pesquisa que me fez relaciona-lo com a aula.
Tendo por definição, algo incomensurável é algo que não tem limites conhecidos. Tendo por sinônimos: imensurável, incontável, infinito, inumerável e inúmero.
Relacionei esse termo com o final da ultima aula, quando caracterizamos a ciência como algo inacabável. Sendo assim, cheguei a conclusão de que ciência é algo incomensurável.

4ª aula de MTP

A aula começou relembrando novamente sobre os conceitos de ciência, e que chegamos a conclusão que a ciência está ligada ao conhecimento, mas que porém existiam outros tipos de conhecimento, que de fato existem. Voltamos na parte da filosofia, que afinal, é ou não é ciência? Então, Eric nos falou sobre o P.h.d, que é o doutorado em filosofia, e com isso entramos no assunto de Antropologia, pela pergunta de uma colega sobre a formação do nosso professor. Então começamos a falar sobre a antropologia, que estuda a unidade e a diversidade humana, no passado e no presente, noções culturais e biológicas. O antropólogo que estuda as culturas do passado, chama-se arqueólogo; e o etnólogo estuda a cultura do presente. 
Falamos também sobre as ferramentas que o arqueólogo usa para estudar essas culturas passadas. Particularmente achei uma pergunta meia complicada, porque sempre me fiz essa pergunta quando era pequena, tentando entender como a historia era escrita e estudada, sendo que na época em que aconteciam não era  historia, e sim o presente. Me perguntava sempre quem escrevia sobre a historia, quem contava a história, então essa pergunta sobre o arqueólogo, meio que levantou uma questão interessante sobre algo que sempre tive curiosidade de saber. Então, o professor nos respondeu que seria através de pesquisas. Não me sentindo satisfeita com essa resposta, resolvi pesquisar e cheguei a seguinte conclusão: que os arqueólogos estudam as culturas e os modos de vida do passado a partir da análise de vestígios de materiais, estuda as sociedades já extintas através dos seus restos, sejam eles móveis (artes da época) ou imóveis (modelos arquitetônicos). 
Falamos também que os antropólogos estudavam também o 'comportamento' do ser humano, o que define que somos humanos. Então o antropólogo estuda também a diversidade biológica do ser humano.
Voltando ao assunto de filosofia, entramos no assunto se era uma ciência humana ou não. Então o professor disse que a filosofia não seria uma ciência, o que também não a desmereceria, disse também que a filosofia seria uma reflexão que ajudaria o cientista a trabalhar, porque o cientista precisa da epistemologia e precisa também da lógica. A diferença da filosofia para a ciência é que a ciência, precisa de alguma coisa no mundo para ser estudada, enquanto a filosofia você pode ficar em seu entendimento. Então Eric falou sobre Descartes, que é um grande filósofo moderno, que começa a sua obra, desconsiderando tudo que foi feito, e começa a refletir sobre a sua consciência. O que  é diferente do que todos os cientistas fazem.
Para mim, esse conceito de filosofia foi uma coisa nova, e ao mesmo tempo não, porque a vida inteira eu considerei a filosofia como sendo uma ciência humana, que refletia sobre os pensamentos humanos. Porém depois dessa aula, vi que os pensamentos humanos é estudado apenas pela psicologia, e não é um ramo da filosofia.
Então, depois de toda essa discussão sobre, filosofia, antropologia, ciências e conhecimentos, voltamos para uma pergunta que foi 'jogada' no inicio da aula "A matemática tem objetos reais?". Esse assunto foi tratado no romance "um louco sonha uma maquina universal", onde foi lido um trecho desse livro na sala. Então a questão levantada foi se os objetos da matemática são descobertos, se eles estão ai no mundo para ser descobertos, ou se eles são criados. Entramos então nos conceitos da matemática pura e aplicada, que a matemática pura não possui um objeto real, mas que matemática aplicada (ex: engenharia) existia um objeto real. E chamamos essa perspectiva de realismo, que isso é aceitar o mundo como ele é. Enfim, respondendo a essa pergunta com minhas palavras, eu acho que não, que a matemática não possui objetos reais, pois como foi discutido em sala, a matemática ela não tem algo a ser descoberto, as coisas da matemática não estão ai na natureza prontas para serem descobertas e estudadas, a matemática a partir dessas coisas da natureza ou do mundo são criadas teorias que podem ou não ser verdadeiras sobre determinado aspecto. 
Então a partir daí, chegamos a outra pergunta, "a matemática é uma ciência?".  E então a partir dessa pergunta chegamos à o que é ciência exata. Surgiram as respostas: "quando tem numero, é exata". Então para mostrar  que a ciência exata não é apenas aquilo que tem números, foi falado sobre a meteorologia, que seria um ramo da física porem que não é exato, que pode haver erros. Agora assim, eu acho que matemática seja sim uma ciência exata, pois ela não permite outros resultados além daqueles em seus calculos. Por exemplo 5 + 7 = 12, será isso e nada mais, ou nada menos.
Nesta aula também foi falado que existem ciências mais precisas que outras. E sim, na minha opnião existe sim, cada ciência tem sua maneira de ver o mundo, por exemplo  a matemática, a quimica e a fisica, são ciências exatas e cada uma tem uma precisão maior que a outra. São estudos diferentes, mas possuem, em comum o seu tipo de ciência.
Caracterizamos a ciência também como algo inacabável. Pois, sempre haverá novas coisas a serem descobertas e estudadas. Não há um limite para conhecimento, pois irá haver sempre descobertas de curas para doenças, descobertas tecnológicas, novos estudos etc. A ciência foi relacionada também como algo transparente.
Falamos também sobre a importância das hipóteses. Na minha opinião, as hipóteses são importantes, pois são elas que estimulam os estudos, são as hipóteses que faz os cientistas testarem, e estudarem certas coisas a fim de provar e descobrir novas coisas no mundo.
Houve outras várias discussões também nessa aula, sobre ciência e religião, saudade etc. Porém foram temas discutidos que não se chega a um senso comum. e por esses motivos não vou falar sobe esses temas neste post.
Esta aula foi muito boa, pois houve várias discussões sobre muitas coisas, como ciencia, filosofia, matemática, realidade, conhecimento, caracterizamos a ciencia... Enfim, falamos sobre diversos assuntos, e pude aproveitar várias coisas dessa aula, como alguns muitos conceitos que antes eu não sabia, como por exemplo arqueólogo, antropólogo e etimólogo. Essa aula me fez refletir também sobre a matemática, e me fez concluir que a matemática é uma ciência abstrata, ou seja, nao vai possuir objetos reais. Gostei bastante dessa aula.
Até a proxima :)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

"Um louco sonha a maquina universal"

Um louco sonha a máquina universal, foi um livo mostrado pelo professor Eric Maheu na sua terceira aula de MTP. Segue a baixo a sinopse do livro:

"A narradora deste romance é uma física, obcecada por Kurt Gödel, o maior lógico dos últimos séculos, e por Alan Turing, o matemático extraordinário que decifrou o código enigma durante a Segunda Guerra Mundial e que é considerado o pai da computação moderna. Ambos estão inebriados de matemática. Mas apesar de toda a devoção deles, a matemática lhes é indiferente, inalterada por qualquer de seus dramas. As suas vidas se desenrolam na narrativas paralelas que se sobrepõem na magnitude das realizações e mortes de dois homens - Gödel, delirante e paranoico, sucumbiria à inanição autoinfligida; Turing, detido por práticas homossexuais, seria levado ao suicídio. 'Um louco sonha a máquina universal' é uma historia sobre a busca da verdade e seu efeito na vida de dois homens."

Ainda não tive oportunidade de ler este livro, porém através da sinopse e da aula, que foi introduzida falando dos matemáticos e da obra, fiquei curiosa e procurei mais sobre esses matemáticos... Alan Turing e Kut Gödel.
Bom, o que pude absorver sobre esses matemáticos foi que o primeiro, além de ser matemático foi um cientista da computação e que ele influenciou muito no desenvolvimento da computação, e formalizou o conceito de Algorítimo e computação com a máquina de Turing, desempenhando um papel importante para o desenvolvimento do computador moderno. Ele era homossexual, e na sua época a homossexualidade era ilegal no Reino Unido. No inicio dos anos de 1950, ele foi humilhado em publico impedindo de acompanhar os estudos sobre computadores. Alan sofreu muito nessa época devido a sua homossexualidade, sendo submetido ao uso de hormônios femininos para aumentar os seios. 
O segundo matemático, Kurt Gödel, criou o teorema da incompletude, que afirma que qualquer sistema axiomático não pode ser simultaneamente completo e consistente. Significa que se o sistema foi consistente, então existirão proposições que não poderão ser nem comprovadas nem negadas por este sistema. E se o sistema for completo, então ele não poderá validar a si mesmo.

terça-feira, 15 de maio de 2012

3ª aula de MTP:

Lembrando das comparações feitas sobre as anotações na ultima aula de MTP, Eric pediu hoje para que comentássemos sobre o que foi percebido ao fazer essas comparações. Através disso, percebi que as pessoas tem diferentes maneiras de aprender, uns gostam de escrever tudo, outros preferem só escutar, uns gostam de fazer pesquisas, outros de anotar as dúvidas para perguntar sobre depois. Nessa aula foi falado também sobre a importância das anotações, que anotar é uma prática necessária e serve como um lembrete daquilo que foi falado, nos ajudando assim em nossos estudos. Debatemos também sobre os trabalhos de equipe, do comodismo de uns para esse tipo de trabalho, porém falamos também que é importante trabalhar em equipe. Ao meu ver, o trabalho em equipe é necessário em diversos aspectos, um deles é combinar os talentos. Por exemplo, tem pessoas que tem mais facilidade em escrever, outras em desenvolver raciocínios, tem aquelas que tem mais prática em pesquisa, aquelas que tem mais facilidade em explicar. O trabalho de equipe faz exatamente isso, combina esses talentos para que tenha no final obtenha um bom resultado. Porém, o que foi falado em aula por alguns de nossos colegas, é que o trabalho em equipe nem sempre acontece isso, que por exemplo, num grupo de 5, 2 realmente fazem o trabalho, e 3 apenas pedem para colocar o nome. Isso é algo que realmente acontece, prejudicando então o verdadeiro objetivo de um trabalho em equipe. Foi falado também que um trabalho em equipe facilita a correção para o professor, pois seriam menos trabalhos a serem corrigidos. E realmente isso faz sentido, pois ao passar um trabalho, o objetivo é o mesmo para todos, logicamente o trabalho teria o mesmo teor de informações, então porque corrigir 40 se pode corrigir apenas 8? (se for dividido em 5 grupos iguais). Então assim, se o trabalho em equipe acontecesse com o seu real objetivo, que é de um ajudar o outro, juntando os seus talentos para chegar num único produto final, seria muito mais proveitoso não só para os alunos como também para o professor.
Hoje na aula voltou o assunto de ciência, que foi falado na primeira aula de MTP. Contudo, hoje foi debatido de maneira diferente, foram lidas algumas respostas sobre o que é ciência, chegando a conclusão de que para todos a ciência está relacionada com algum tipo de conhecimento, estudo e método. Mas não são todos os conhecimentos que são científicos, como exemplo disso foi citado a religião, o conhecimento popular, a arte e os mitos. E foi colocado em enfase como que a ciência pode se relacionar com alguns desses conhecimentos. Um exemplo debatido foi o conhecimento popular, como que a ciência pode se relacionar com esse conhecimento. Foi falado que a ciência pode provar ou não sobre esses conhecimentos. Para mim, a ciência pode provar sim muitos dos conhecimentos populares, pode provar que os mitos são realmente mitos. Se relaciona com a arte, pois muitas obras envolvem a ciência, pois muitos artistas tiveram conhecimentos físicos, matemáticos, linguísticos, biológicos. A religião, talvez, seja o único tipo de conhecimento que não permite uma intervenção da ciência. Pois também como todos sabem, existem vários temas polêmicos em que a igreja se contrapõe com a ciência, um exemplo são as pesquisas de células tronco. Então, com isso tudo, percebi que a ciência é algo que está no nosso cotidiano, e que sem perceber temos conhecimentos que podem envolver a ciência que nem percebemos.
Houve também um debate sobre a filosofia, sobre o que surgiu primeiro, a ciência ou a filosofia. Um dos nossos colegas disse que a filosofia passou a ser uma ciência a partir do século XVII. Mas particularmente, acho que essa consideração um pouco equivocada, mesmo que seja certa. No meu ponto de vista a filosofia seria uma ciência que englobaria todas as outras ciências. Pois na antiguidade, na época da Grécia antiga, não eram formados cientistas e sim filósofos. E eles estudavam tudo, e fizeram descobrimentos consideráveis para dar um pontapé inicial para conhecimentos modernos. Por exemplo temos a ideia do átomo, que começou com 2 filósofos gregos, que criaram a primeira ideia do átomo, que foi o que impulsionou a outros cientistas a estudarem, e formar o modelo atômico que temos hoje. 
A aula de hoje, foi muito proveitosa, pois foi abertos 'debates' sobre os nossos conhecimentos sobre diversos assuntos, importância das anotações e dos trabalhos em equipe, sobre ciência, sobre conhecimentos não científicos e sobre filosofia. E saber  o ponto de vista de todos sobre esses assuntos, é bom para ser aproveitado para aprimorar os nossos conhecimentos sobre o assunto. 

sábado, 12 de maio de 2012

Comentario

Fazendo uma pesquisa que foi passada pelo professor de Fundamentos da Matemática Elementar III, vi o termo 'Epistemologia', que me fez lembrar que foi um termo falado na primeira aula de MTP, como não lembrava bem o significado, fiz uma pesquisa, no qual dizia:

"Epistemologia ou teoria do conhecimento é a crítica, estudo ou tratado do conhecimento da ciência, ou ainda, o estudo filosófico da origem, natureza e limites do conhecimento. Pode-se remeter a origem da "epistemologia" a Platão ao tratar o conhecimento como "crença verdadeira e justificada". O desafio da "epistemologia" é responder 'o que é' e 'como' alcançamos o conhecimento. A expressão epistemologia deriva das palavras gregas "Episteme" que significa ciência, e "Logia" que significa estudo, podendo ser definida em sua Etimologia, como 'o estudo da ciência'."

sexta-feira, 11 de maio de 2012

2ª aula de MTP

Bom, nessa aula o professor nos falou sobre como deveríamos nos comportar na faculdade, sobre o que teria que mudar, na maneira de agir, pensar. Nos mostrou que deveríamos ir além daquilo mostrado em sala de aula, que devemos sempre acrescentar algo a mais em nossos conhecimentos. Nos falou também sobre a metacognição*. O professor também pediu para que nos comparássemos as anotações dos nossos colegas apontando o que há de diferente, e porque  há diferença entre as anotações.

"o termo metacognição significa “pensar sobre o próprio pensamento”. Através da reflexão sobre a maneira como se aprende, pode-se repensar sobre os processos de pensamento individual." 

Por não conseguir durante a aula um bom entendimento do significado de metacognição fiz uma pesquisa no qual me ajudou a estabelecer uma relação sobre as 'dicas' para o nosso comportamento na universidade e a comparação de anotações. Pude através da pesquisa e do exercício proposto em sala, que todos nós temos uma forma diferente de aprender, uma maneira diferente de recordar sobre o que foi dado em aula, e também sobre como temos formas distintas de destacar o que achamos importante, sendo distinto também o que achamos importante, ás vezes, o que tem um teor de importância para uns, não tem para outros.

1ª aula de MTP

Essa aula o professor apresentou alguns temas que seriam vistos no semestre. Falou sobre filosofia, ética e sobre o plágio, foi comentado também algumas regras da ABNT. Foi levantado também alguns questionamentos sobre o que mudou agora que entramos na faculdade, como deveríamos nos comportar, também falou sobre o porque copiar os assuntos, qual seria a serventia disso etc. E por fim, para saber um pouco mais dos nossos conhecimentos o professor pediu para que respondêssemos 3 perguntas: O que é ciência? O que é pesquisa? Quais as particularidades das ciências Humanas?
Particularmente, achei essa aula meia confusa, mais pelo fato de começar falando de filosofia, embolar com ética, plágio, ciência, pesquisa, diferença entre nossos comportamentos no ensino médio e na faculdade. Porém, essa aula me fez refletir sobre conceitos que antes eu não tinha pensado, como por exemplo 'ciência'. É uma palavra na qual sempre usei para definir alguns tipos de estudo, mas nunca cheguei a procurar saber o que era a ciência em si, ou também o que era pesquisa. Também, me fez pensar sobre os meus métodos de estudo, o que eu teria que mudar nessa nova vida, o que eu poderia continuar fazendo. Embora tenha sido uma aula confusa, no qual não consegui captar muitas coisas, foi uma aula boa para refletir sobre alguns comportamentos e conceitos, que me 'perseguia' a vida inteira, mas que nunca tinha parado para saber o que era, para que servia...